E o Temaki, Alê?

Essa é a pergunta que eu mais ouvi desde que contei que viria para cá, que ainda continuo ouvindo e a que mais me machuca.

Acho que vale um belo destaque aqui, pois é um dos processos mais difíceis que estou enfrentando para trazer o meu pequeno dog comigo, e o processo prejudica muito o convívio do animal com uma ‘família só’, acredito que não seja bom para o bem estar do bicho.

Aqui é um país livre da raiva, uma doença que é presente no Brasil e eles tem uma super frescura com o transporte de animais para que o território continue seguro para os pets, que são super valorizados aqui.

Até aí beleza, o Temaki tem atualmente oito meses de idade e todas as vacinas em dia e é totalmente livre de qualquer doença manifestada ou incubada. Mas isso não é suficiente para o país, eles exigem a quarentena (seis meses completos) do animal durante o processo.

Ou seja, o bichinho não pode pisar nas ruas de Londres até que seja liberada sua entrada, é como se fosse um visto que leva seis meses pra sair. O processo é MUITO confuso e discrepante, no Brasil o Ministério da Agricultura pede coisas que aqui no Reino Unido não são citadas, e deixa algumas exigências do Defra (instituição responsável pelo trânsito de animais) daqui de fora.

- E COMO EU FAÇO PRA LEVAR MEU CACHORRO PRA O UK ENTÃO ALÊ?   – Boa pergunta! :(

Infelizmente não dei conta de correr atrás de toda a documentação, e por medo de fazer algo errado que possa prejudicar – mais ainda – o bem estar do Tema, achei melhor contratar um despachante especializado nisto (nem sabia que existia, mas estão salvando minha vida!). A Doc-dog é uma empresa confiável que me orientou sobre minhas opções:

1- Fazer todo o processo e trazer o Temaki comigo, ele passaria os seis meses trancado num ‘abrigo’ pago (e extremamente caro!) cujo eu apenas teria direito de visita em dias e horários específicos, quase como duas vezes por semana por duas horas apenas.

2- Deixá-lo no Brasil com alguém que possa ficar com ele enquanto o processo corre, ele embarca quando o processo for aprovado e já pode ir direto pra casa comigo.

Foi muito difícil pra mim, um choque. Fiquei sabendo dessa dificuldade e demora toda com duas semanas antes de despencar do avião, e começar a viver aqui em Londres.

A opção que escolhi foi apenas visando o bem estar dele, ele ficou -e tá sendo cuidado com muito carinho pela inha sogra e cunhado. Mas mesmo assim eu tô lá com ele, minha cabeça não sai do Brasil e não vejo a hora de poder levá-lo em todos os parques, passear com ele até cansar. Vejo cães brincando, andando soltos e só lembro do quanto ele ama encher o saco de todos os cachorros a sua volta e do quanto ele é atrevido e verdadeiro, parece meu retrato. :’)

Tive que correr com todas as coisas da viagem, e não me despedi do meu cachorro como gostaria, atualmente ele faz MUITA falta. O meu neguinho já era parte da minha rotina diária, acordava e dava bom dia pra vê-lo mostrar os dentinhos e depois dava um beijo no Zerrenner.

É foda, a tristeza não tem descrição. Mas tô aqui lutando diariamente, vendo fotos dele, vídeos e tudo o que posso. Além de contar com a família do Zerrenner que está nos ajudando muito, ele tá sempre que pode brincando na frente da webcam, a coisa mais feliz do mundo nesses momentos,  é que ele para pra me ouvir quando o chamo, é realmente emocionante o olhar dele.

 

Vou compartilhar cada passo, facilidades, dificuldades e formas de facilitar a lei que encontrar para trazê-lo antes.

E se alguém tiver uma dica ou experiência pra dividir, eu vou amar saber. :)

Pra quem não conhece ele, vou colocar um dos vídeos do treinamento que estamos fazendo com essa bola preta de pelos.

Beijos chorosos de saudade nessa sexta feira de countdown

(Faltam 28 dias pra eu apertar o Temaki!)

Alê

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Koni lançará boas novidades no cardápio

A partir de 6 de Junho, toda a rede Koni lançará um cardápio “Gurumê” (Gourmet, do jeito que os japas dizem) com novidades mais sofisticadas, assinadas pelo chef Adriano Kanashiro. Além de temaki – o carro chefe da casa – o cardápio também traz novas entradas e novos sushis, tudo com ingredientes especiais, que não costumam ser comercializados em restaurantes de comidas rápidas.

@Aleferreira

Yanê Salmon Roll

Estive lá na semana passada pra provar essas delícias e aprovei tudo, especialmente o viciante Edamame (grãos de soja verde), que eu só tinha encontrado em restaurantes com preço bem acima do que o Koni oferece. Outra novidade nas entradas é o Tempurá de Camarão, com molho tonkatsu.

SOJA

Edamame

Os novos Konis (Temakis) são ousados: Tempurá de Camarão Spicy (eu não sou muito chegada em pimenta, mas o Cleber adorou), Salmão Tataki (cubinhos de salmão semi-tostados com gengibre, cebolinha e gergelim – essa parte foi o show de luzes do massarico) e Tempurá de Shimeji (muito surpreendente e gostoso).

Koni de Salmão Tataki

Koni Salmão Tataki

Koni de Shimeji

Koni Tempurá de Shimeji

Os sushis também não ficaram pra trás na ousadia. O Yanê Salmon Roll é um uramaki de kani com cobertura de salmão batidinho, cream cheese, farofa de salmão skin e raspas de limão siciliano com molho teryiaki. Incrível! Pra fechar o cardápio, o Koni conseguiu trazer um ingrediente bem diferente que nunca vi circulando por aí em “Temakerias” ou Rodízios: enguia. O Unaghi Roll é um uramaki de enguia levemente adocicada com pepino. Simples assim, e muito gostoso.

Unagui Roll de Enguia

Unaghi Roll

Esse cardápio não subistituirá o cardápio antigo, e por mais que os ingredientes e o preparo sejam sofisticados, os preços mantém a média do que você já encontra no Koni, coisa que só uma rede com 35 lojas consegue negociar com seus fornecedores.

Não vejo a hora de lançar o cardápio Gurumê pra poder comer o Edamame! E finalmente o Steelhead Salmon está em cheque. Era o que eu sempre pedia no Koni, agora vai bater uma dúvida :)

Fotos por: Ricardo Cobra

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