Um amor se cura, com outro
Já dizia o ditado popular, e eu acredito muito nisso.
Passei por uma desilusão de comportamento com meu namorado, e resolvi me reerguer sem me apoiar nele. Pra isso, saí na hora do almoço com o objetivo de me apaixonar.
Peguei o caminho sentido “a rua movimentada” perto do meu trabalho e prestei atenção nas oportunidades que o caminho iria me dar, para que eu me animasse.
Parei em frente à um salão de cabeleireiro, me dei ao direito. Lavei, sequei, relaxei. Estava oficialmente pronta para um passeio à procura de novos amores.
Calmamente me dirigia ao nada, como se tivesse a certeza de que algo me traria felicidade naquele momento, e TCHARAM! Avistei uma bolsa, linda, àquela que eu queria há tempos, mas nunca tinha visto para vender.
Entrei com pressa na loja, experimentei e na hora de pagar, me apaixonei mais uma vez. Um cinto, belo, delicado e convidativo me encantou.
Tratei de colocar minhas duas conquistas na sacola, e após essas paixões facilmente adquiridas me senti segura para tomar um suco e engolir qualquer coisa.
Voltei ao trabalho me sentindo melhor, me apaixonei e distraí. Sim, escolhi paixões fúteis, pois era o suficiente para me fazer passar pelo momento estranho que estava passando.
A primeira lição do relacionamento amoroso é: Você se prende à um relacionamento por que quer, não existe ninguém no mundo que possa te manter apaixonado, além de você. Então se quiser esquecer alguém, seja por 2 horas, 2 dias ou duas décadas, só vai depender da sua vontade de se apaixonar, por alguém, um hobbie, um esporte, um estilo de vida.
Optei por esquecer dos sentimentos ruins e viver coisas boas, pra que não continuasse me perguntando o porquê da discussão e indisposição.
Me sinto mais disposta, mais feliz. Posso voltar a olhar pras nossas fotos, sem me perguntar nada. Pois tudo o que me apaixonei nas últimas horas é substituível, ele não por que escolhi ama-lo. ;)
Posted by Alê Ferreira

Intensidade é legal pra se assistir, não pra se sentir. Acho fenomenal o barraco de Sorocaba no Youtube, pra me fazer rir de tão absurdo. Entretanto amigo, aposto contigo que a traída, aquela que organizou por dias os emails da melhor amiga praticando uma profunda sacanagem – leve pelos dois lados – com seu marido, não ficou tão de bem com a vida depois da vingança.
Quer outra situação? Não dou. Você é que nem eu, e fica aí esperando que tudo seja excessão. Não, você é A REGRA!